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Restaurantes investem em seus próprios deliveries

Iniciativa é uma forma de fugir das altas taxas cobradas pelos apps e fidelizar seus clientes

Daniela Tremarin - Jornalista, fascinada por empreendedorismo, marketing digital e inovação. Responsável por informar o que há de novo no food service.
Escrito porDaniela Tremarin

Jornalista, fascinada por empreendedorismo, marketing digital e inovação. Responsável por informar o que há de novo no food service.

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Os restaurantes agora estão investindo na criação dos seus próprios deliveries. Quem é das antigas sabe que essa não é uma prática tão nova assim. 

Muito antes dos apps de entrega, como o iFood, aparecerem no mercado, os restaurantes sempre tinham um motoboy próprio para fazer a entrega daquela pizza que você pedia por telefone.

Agora os entregadores próprios voltaram. Isso porque os restaurantes estão tentando buscar alternativas para seus deliverys mais baratas e para que possam ter mais controle delas. 

Vamos além do entregadores! Investir nos próprios deliverys é uma forma dos restaurantes lucrarem mais. Isso porque as taxas dos apps de entrega hoje chegam quase 30% em cima do pedido. 

Vamos aos fatos, antes da pandemia, a venda por delivery ainda estava se desenvolvendo no Brasil como um canal de venda atrativo. Hoje, elas representam mais de 30%, se não 100%, das vendas dos bares e restaurantes.

Grandes franquias como, Burger King, vendiam menos de 5% por esse canal, agora o delivery representa 15% do seu lucro - mesmo com os drives-thru e a reaberturas das lanchonetes.

"Criamos um hub logístico que vai nos conectar com todas as etapas do pedido e que recebe automaticamente todos os cadastros e pedidos no País", diz Ariel Grunkraut, vice-presidente do Burger King.

No mês passado, a rede lançou um sistema de entregas. Até agora, 300 lojas da empresa já estão recebendo pedidos pela ferramenta, e a ideia é chegar a 700 até dezembro.

Já seu concorrente, Bob’s, tomou esse caminho ainda em 2020. Com essa decisão eles saltaram de 7% para 22% na participação do delivery em seu faturamento, crescimento fundamental para manter a rede de pé - a receita caiu 18% em 2020 por causa da pandemia.

Em 2021, a situação melhorou e a companhia voltou aos R$ 1,1 bilhão em faturamento e prevê um crescimento de cerca de 20% em 2022 aumentando a participação do delivery próprio. 

Recentemente, o Grupo Madeiro também anunciou a criação do seu próprio delivery próprio e irá começar um processo de migração da sua base de 700 mil clientes para ele.

Mas eles dizem que ficam

Mesmo investindo nos seus próprios deliverys as empresas pensam em sair dos catálogos do iFood e outros marketplaces. Eles utilizam essas plataformas como uma forma de atrair novos clientes.

A questão aqui é não se deixar ficar refém dos apps. Com a saída do Uber Eats do mercado brasileiro, o iFood se encaminha para um monopólio do setor. Por isso é preciso pensar em novos canais de vendas e fugir das altas taxas.

Como funciona um site delivery próprio

Para saber como funciona um site delivery é preciso entender que ele facilita os processos do seu restaurante, tornando tudo mais prático.

Ele otimiza a rotina do seu estabelecimento e agiliza o atendimento, porque os pedidos caem diretamente para a cozinha, prontos para o preparo.

Além disso, você também economiza com os marketplaces, pois, diferentemente deles, não cobra taxas sobre os pedidos.

Então, quando você constrói um site próprio para o seu restaurante, pode personalizá-lo totalmente.

Usando o site delivery, seu cliente não precisa baixar um aplicativo que ocupa espaço de memória no smartphone ou tablet, pois ele acessa diretamente a página.

Além disso, você pode colocar o link do site na bio do Instagram, um dos métodos de divulgação mais utilizados atualmente. 

Essas são apenas alguns exemplos de porque é importante se pensar nesse canal de vendas como uma alternativa para seu negócio. 

Já deu para notar que um negócio desse segmento pode se tornar bem lucrativo.


Fonte: Mercado & Consumo

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