Fluxo de caixa indireto: como utilizar?

Stêvão Limana - Jornalista graduado pela UFSM, repórter da NDTV/Record TV em Blumenau (SC) e redator SEO da Saipos.
Escrito porStêvão Limana

Jornalista graduado pela UFSM, repórter da NDTV/Record TV em Blumenau (SC) e redator SEO da Saipos.

Fluxo de caixa indireto: Como utilizar?

Para usar o fluxo de caixa indireto, é preciso selecionar um período inicial e final para que as finanças sejam avaliadas de acordo com o controle de caixa.

Para isso, você precisa ter familiaridade com o controle de caixa do seu negócio, e também saber como calcular o DRE e o BP.

Então, existem várias maneiras de fazer essa função e manter o controle de fluxo de caixa em dia evita uma série de problemas com o seu orçamento.

Por isso, a Saipos criou esse artigo para te usar os pontos principais sobre o fluxo de caixa indireto, o único que te ajuda realmente a desenhar uma estimativa financeira a longo prazo.

Portanto, fique atento às dicas e confira como incluir esse modelo de controle no seu estabelecimento! E se você está em busca de algo para controlar o seu FC, baixe agora a Planilha de Fluxo de Caixa da Saipos. 

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Como fazer o fluxo de caixa indireto?

Para usar o fluxo de caixa indireto é necessário ter o balanço patrimonial da empresa no início e no final do período que quer analisar. Depois, é necessário calcular a variação de cada uma das despesas ativas e passivas. Veja:

1. Faça o cálculo referente às contas do ativo e do passivo do BP de referente ao início e fim de um período;

2. Então, partir do lucro líquido, faça os ajustes do caixa como, por exemplo, a depreciação e demais contas de baixo impacto;

3. Insira as variações no passo 1, na estrutura do fluxo de caixa indireto, de acordo com seu grupo de destino (operacional, investimento ou financiamento);

4. Mas, ao lançar dados sobre o empréstimo, lembre-se de inserir taxas e juros, pois, eles também agem no processo de movimentação do caixa;

5. Faça a somatória dos grupos (respeitando o sinal de cada lançamento) e, ao final, faça o somatório final.

6. Então, primeira coisa a se fazer na hora de montar o relatório de fluxo de caixa indireto é calcular a variação das contas, veja no exemplo abaixo como fazer isso:

Cálculo de ativos

12/2018

12/2019

Variação

Disponível R $ 5.000 R $ 6.000 = R $ 1.000
Duplicatas em aberto R $ 15.000 R $ 25.000 = R $ 10.000
Estoque R $ 55.000 R $ 80.000 = R $ 25.000
SOMA R $ 75.000 R $ 111.000 = R $ 36.000

Gastos permanentes

12/2018

12/2019

Variação

Investimentos  R $ 5.000 R $ 6.000 = R $ 1.000
imobilizado R $ 60.000 R $ 85.000 = R $ 25.000
SOMA R $ 65.000 R $ 91.000 = R $ 26.000
Total de ativos R $ 140 R $ 202.000 = R $ 62.000

 

Cálculo de passivos

12/2018

12/2019

Variações

Fornecedores de produto R $ 15.000 R $ 25.000 10.000
Gastos com pessoal, benefícios e tributos R $ 10.000 R $ 10.000 -
Empréstimos   R $ 30.000 R $ 30.000
Outros gastos fundamentais   R $ 7.000 R $ 7.000
Total R $ 25.000 R $ 72.000 R $ 47.000

 

Lembre-se: Sempre que uma variação liberar algum recurso para o seu caixa, ela entra como sinal positivo. Mas, pelo contrário, sempre que ela diminuir recursos do fluxo de caixa, ela entra com o sinal negativo.

Portanto, fique atento, para que o seu controle de fluxo de caixa indireto seja confiável, e você pode se basear nele para acompanhar suas finanças, é preciso ter dados certeiros.

Por isso, muitas vezes a soma feita unicamente através de planilhas pode acabar causando algum erro, o que é comum quando se lida com uma grande quantidade de números.

Nesse caso, é interessante avaliar uma possibilidade de usar alguma ferramenta automatizada, como aplicativos ou sistemas de gestão que atuem com o controle de fluxo de caixa.

O que é o fluxo de caixa indireto?

O fluxo de caixa indireto está relacionado às informações contábeis da empresa . Com ele, é possível analisar as mudanças de faturamento em um determinado período.

Mas, não pense que esse modelo de fluxo de caixa não considera como entradas e opções. Pelo contrário, ele vai além. Isso porque, o método de fluxo de caixa indireto pode ser considerado uma ferramenta para analisar o desempenho econômico do negócio.

Então, para isso, ele utiliza o DRE ( Demonstrativo de Resultados do Exercício ) e o BP ( Balanço Patrimonial ). 

Mas, o que é DRE e BP?

O DRE é um tipo de relatório que as operações feitas pela empresa. Nele aparecem os gastos a serem pagos, receitas, investimentos, custos e ajustes de faturamento, esclarecendo o montante líquido da empresa no momento atual.

No entanto, o BP existe para esclarecer a situação financeira de uma empresa de acordo com o período selecionado. 

Inclusive, nele aparecem os bens, direitos e obrigações, além do patrimônio líquido, que é link através da diferença entre os ativos e passivos. 

Nesse caso, chamamos de ativos os bens que a empresa já possui, como maquinários, itens em estoque. Os passivos, são gastos feitos, como empréstimos, impostos e contas a pagar.

Quais são as vantagens de usar ou de fluxo de caixa indireto?

O uso do fluxo de caixa indireto pode beneficiário a empresa de diversas formas. Veja algumas das vantagens de utilizar: 

  • Permite a análise de todos os aspectos que envolvem o caixa e equivalentes;
  • Permite a análise de efeitos de empréstimos, investimentos e financiamentos;
  • Ajuda na diferenciação de lucro e caixa gerado;
  • Facilita a visualização de resultados da empresa.

Mas, se o fluxo de caixa indireto é tão positivo para o negócio, por que tantas pessoas o desconhecido? Na verdade, o que acontece é a grande parte das pessoas necessárias para realizar esse controle.

No entanto, isso acontece porque, ele realmente é um pouco diferente do habitual. Mas isso não é desculpa para não ficar de olho nele. Use a Planilha de Fluxo de Caixa da Saipos para facilitar a tarefa. Clique no banner abaixo e faço o download!

Qual a diferença entre o fluxo de caixa indireto e direto?

Alguns dos diferenciais entre os dois modelos de fluxo de caixa, é que o fluxo de caixa indireto é mais simples, podendo ser quase apenas com o BP e DRE.

Com ele, também possível analisar variações não apenas a curto prazo, um diferencial quando comparado com o fluxo de caixa direto .

Mas a maior diferença, no entanto, é que o fluxo de caixa indireto se refere a parte operacional, relacionada também aos investimentos e financiamentos. Enquanto isso, o direto se refere aos pagamentos, entradas e vendas gerais .

Portanto, lembre-se de que usar o controle de fluxo de caixa indireto também ajuda a prever problemas financeiros que ocorrem a médio e longo prazo.

Por isso, com estimativa, é possível solucionar um problema financeiro antes que ele vire uma bola de neve.

Qual o melhor sistema para auxiliar no fluxo de caixa do restaurante?

O melhor sistema para cuidar do fluxo de caixa e de qualquer ação que envolva finanças é, sem dúvidas, o da Saipos.

E ele é tão eficiente assim, porque consegue agrupar diversas áreas da operação em um único software, que entende que cada etapa é parte de um único núcleo. 

Com isso, você terá otimizações em todas as áreas dos processos, independentemente do modelo de atendimento.

Mais de 3 mil negócios no segmento de alimentação utilizam o sistema, que revolucionou a forma de atender, entregar, controlar as finanças e tantos outros momentos do dia a dia.

Utilizando o Sistema Saipos, você poderá acompanhar o desenvolvimento dos seus resultados de forma significativa.

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  • Controle de estoque para lançar, em tempo real, tudo o que saiu e o que entrou;
  • Possibilidade de vender por meio do Site Delivery, o site próprio com pedido online e sem taxas;
  • Monitor KDS;
  • Integração com os principais apps de delivery;
  • Impressão de comandas e cupons fiscais em mais de uma impressora ao mesmo tempo;
  • Gestão de clientes por meio de relatórios com dados e preferências da base;
  • PDV personalizado, permitindo que você atualize cardápio e outras informações sempre que necessário;
  • Gestão de pedidos e controle de motoboys;
  • Diferentes módulos, para Delivery, Balcão, Mesas ou Senha;
  • Comanda eletrônica e gestão de garçons.

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