Você sabe qual é a diferença entre NF-e e NFC-e no mundo das notas fiscais?
Embora pareçam semelhantes, esses dois modelos de nota fiscal eletrônica cumprem funções diferentes e podem impactar diretamente a rotina fiscal e operacional do seu restaurante.
O Brasil produz um valor superior a 10 bilhões de NF-e por dia, segundo dados do portal da fazenda.
Emitir o tipo errado pode gerar problemas com o fisco e comprometer o controle financeiro do seu negócio.
Você sabia que a NFC-e foi criada para substituir o cupom fiscal tradicional nas vendas presenciais, enquanto a NF-e é mais comum em entregas e operações com intermediadores como iFood e Rappi, além de ser o documento de uso interno ?
Diferenciar as notas fiscais é essencial para quem atua no food service e precisa manter a conformidade com a legislação fiscal do seu estado.
Neste artigo, você vai entender o que é a NF-e e a NFC-e, quando usar cada uma e como essas notas fiscais se encaixam na rotina de um restaurante. Veja abaixo:

A NFe é utilizada para documentar a circulação de mercadorias entre empresas ou em operações envolvendo outros tipos de destinatários, como devoluções e remessas. Já a NFCe é voltada para as vendas ao consumidor final.
Além disso, o conteúdo impresso nos documentos auxiliares (DANFE) dessas notas fiscais também difere.
O Documento Auxiliar da NFCe (DANFE NFCe) é mais simples, sem a listagem detalhada dos produtos comprados, enquanto o DANFE da NFe (Documento Auxiliar da NF-e) traz informações mais completas sobre a mercadoria.
Uma dica para lembrar a diferença entre esses documentos: a NFe é usada para registrar a circulação de mercadorias, enquanto a NFCe substitui o cupom fiscal e nota fiscal.
💡Importante: É fundamental emitir ambos os documentos conforme a operação realizada. Não deixe de emitir a NFe ou a NFCe, conforme necessário, para garantir a regularidade fiscal.

Antes de saber qual a diferença de NFe e NFCe, você precisa saber o que cada um desses documentos representam.
A NFe é a Nota fiscal Eletrônica, que serve para armazenar, de maneira eletrônica, a circulação de mercadorias para a tributação.
O que valida jurídica este documento fiscal é uma assinatura digital de quem a emite e da recepção pelo Fisco.
A NFe existe para substituir a tradicional Nota Fiscal de papel. Essa iniciativa de substituição começou a partir do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital).
Graças a este Sistema, o documento fiscal começou a substituir a Nota Fiscal Modelo 1 e A-1.
Com isso, quando a NFe é emitida, a Secretaria da Fazendo monitora as etapas de todo o processo de circulação dos produtos.
A nota fiscal eletrônica chegou para agilizar processos e facilitar a vida de quem precisa emitir este tipo de documento, principalmente com a alta do setor de food.
Além de ser uma ação muito mais rápida, ela ainda proporciona outros benefícios. Confira:
Mesmo tendo uma nomenclatura parecida, existe sim uma diferença entre os tipos de nota fiscal, NFe e NFCe. Não confunda as duas e saiba o que cada uma significa.
A NFCe é a Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica e existe para substituir o cupom fiscal, que é emitido por uma impressora fiscal.
Ela nada mais é do que um documento eletrônico emitido diretamente para o consumidor final. E assim como NF-e, essa modalidade também é parte do SPED Fiscal.
Com o uso da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica, a nota fiscal de venda ao consumidor, modelo 2 e o cupom fiscal foram eliminados.
Graças a isso, o documento pode ser emitido por impressoras comuns, sem a necessidade de equipamentos certificados.
Não depender de equipamentos caros para a emissão não é a única vantagem da NFC-e.
Além de ter a mesma validade jurídica de cupons emitidos pelo ECF (Equipamento Emissor de Cupom Fiscal), a NFC-e tem o formato digital.
Isso acaba possibilitando o acesso ao documento pelos dispositivos móveis, como smartphones, tablets e notebooks em tempo real.
Mas não é só isso, existem outros benefícios! Veja:
Todo o tipo de estabelecimento que emitir NFe deve estar formalizado junto à Receita Federal, possuir um número de CNPJ e ter um Certificado Digital.
Depois disso feito, é preciso realizar o credenciamento da empresa na Secretaria da Fazenda e ter um software para a emissão instalado.
O padrão é repetido na emissão da NFCe e ter uma conexão com a internet para que as transmissões sejam realizadas.
Desde de janeiro de 2026, o SAT passa a ser extinto e o país unifica a forma de emitir as notas, para se adaptar ao período teste e final da reforma tributária (2026 - 2033).
A partir de 2026, entrando no período teste, será possível ver na nota a alíquota de 1% para testar os sistemas (0,9 CBS federal e 0,1% IBS estadual). É o início da reforma.
Aprovada em 2025, ela tem sua implantação para 2027-2033, trazendo novos impostos que substituírão os antigos.
O CBS e o IBS serão tributos estaduais e federais que prometem maior facilidade e transparência para o dia a dia. Confira mais sobre a reforma clicando aqui!
Agora que você já sabe a diferença entre NF-e e NFC-e, fica muito mais fácil aplicar esse conhecimento no dia a dia do seu restaurante. Com as informações certas, você evita erros na emissão de notas fiscais e garante que seu negócio esteja sempre dentro da lei.
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Passa a constar nas notas uma alíquota simbólica de 1% para teste dos novos impostos IBS e CBS.
Sim. Para unificar e se adequar ao sistema da reforma tributária, SAT deixa de existir em janeiro de 2026.